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27 fevereiro, 2007

O Ensino da língua e da literatura
Neste momento, em algumas escolas, está a desenrolar-se um debate sobre a autonomia pedagógica, administrativa e financeira que poderá conferir maior autonomia e maior reforço das competências que até hoje lhes estavam atribuidas.
Um ponto desse debate é a ligação que necessáriamente se estabelecerá com as Universidades e Escolas Superiores de Educação, na formação contínua dos professores, já com largos anos de experiência de ensino.
Redireccionar esses professores para campos pedagógico didácticos algo estranhos das suas práticas habituais, não será tarefa fácil, porque o novo perfil de professor exigido, para podermos contribuir para que os alunos alcancem as competências necessárias para a vivência no século XXI, é necessáriamente diferente.
Assim, ocorre-me o que disse António Mendoza Fillola sobre o perfil do professor."...poderríamos estabelecer, siguiendo la distribuión del enfoque curricular oficial, capacidades u objectivos basados en conceptos, procedimientos y atitudes ...
A) Capacidades y saberes:
Poseer una amplia competencia linguística y literaria.
Connocer las caracteristicas sistemático-funcionales.
Reconocer situaciones comunicativas (...)
B) Procedimientos:
Usar adequadamente los recursos linguisticos, a manera de modelo.
Estabelecer una comunicación clara, motivadora y eficaz.
Facilitar la interpretación y comprensión de los alumnos a partir de los modelos y/o textos utilizados (...)
Utilizar técnicas de animación (...)
C) Atitudes y rol(es) del professor:
Presentarse como modelo, consultor, informador, participador (...)
Interesarse por la materia que imparte (...)
Seguir las inovaciones teórico-didácticas que puedan incidir en la mayor eficacia de su actuación docente (...)".in Mendoza Fillola, António (1996): "Didáctica de la Lengua para la Ensenanza Primaria e Secundaria", Ediciones Akal
Relativamente a esta última característica, necessária ao professor de língua e literatura, que realcei e destaquei do texto de Mendoza Fillola, parece-nos que será a mais difícil de ser conseguida, por qualquer sistema de formação, uma vez que ela tem muito a ver com as qualidades intrínsecas à pessoa professor, à sua personalidade e à sua postura perante a vida.

1 comentário:

manuel disse...

a escula tem que ser um lugar onde se ensine ao menino a pensar não só a armazenar conhecimentos, não é possível criar papagaios repetidores, é preciso ensinar a pensar para evitar que o ser possa ser manipulado, a escola e a universidade, tem que ser mas que uma fonte de saber, é a creacion de homens livres para o futuro