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06 janeiro, 2012

Globalização na Literatura Infantil

O que significa a Globalização hoje? Quais os seus lugares, vozes, rostos e imagens na literatura de potencial recepção leitora infantil e juvenil? Como é que ela é dada a ler? De que forma é que as gerações mais jovens concebem a existência de um mundo diverso e plural, um mundo onde o Outro cada vez mais se presentifica e se torna um meu semelhante?  





Esta obra, escrita com a colaboração de reputados especialistas nos diversos domínios da literatura de potencial recepção leitora infantil e juvenil, em articulação também com investigadores de outras áreas como a leitura, a educação, a tecnologia e a didáctica, procurará averiguar até que ponto estes textos inscrevem e interrogam os múltiplos rostos, vozes e imagens da Globalização, um sistema socioeconómico, histórico-cultural e ideológico que inclui, no seu espectro semântico, múltiplas acepções nem sempre coincidentes entre si.


A obra, com 443 páginas, encontra-se dividida em duas partes: a primeira, consagrada à temática da Memória e da Representação, no âmbito da qual os vários autores caracterizam, analisam e explicitam rostos e imagens que possibilitam representar cultural e literariamente a actual literatura de potencial recepção leitora infantil e juvenil; a segunda, consagrada à temática das Vozes, Lugares e Acção, onde os autores explicitam os meios pelos quais a literatura infantil e juvenil é hoje um poderoso e muito relevante veículo para a formação efectiva de leitores, que lêem por prazer, em qualidade e em quantidade. 

O volume apresenta 24 olhares diversos dos modos como a actual Literatura Infantil e Juvenil inscreve e interroga a Globalização.

A obra é produzida no âmbito de um projecto de pesquisa em curso no Centro de Investigação em Estudos da Criança (CIEC) da Universidade do Minho e possui o patrocínio do Observatório de Literatura Infanto-Juvenil (OBLIJ).

Já se encontra disponível para aquisição em :

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21 janeiro, 2011

Imagens da Infância


Azevedo, F. (2011) Poder, Desejo, Utopia. Estudos em Literatura Infantil e Juvenil. Braga: Centro de Investigação em Formação de Profissionais de Educação da Criança - Universidade do Minho.

Esta obra dedica a sua atenção a textos da Literatura Infantil e Juvenil, assinalando as imagens mais representativas da construção cultural dos mundos da infância e da juventude, as relações de poder que estes textos exibem, bem como as formas como a imaginação utópica tem sido dada a ler.  


Abordando tópicos estimuladores e desafiantes, este livro é relevante para estudantes do Ensino Superior das áreas das Ciências Sociais, Humanidades e Educação, bem como para todos os que se interessam pela Literatura Infantil e Juvenil.

Entre outros, são analisadas obras dos seguintes autores: Alain Corbel, A. Browne, A. Torrado, Babette Cole, Bette Westera, Clara P. Correia, Ilse Losa, Isabel M. Martins, Jorge Letria, Luísa Dacosta, Luísa D. Soares, Manuela Bacelar, Mariana Mateos, Miguel S. Tavares, Paloma Valdivia, Peter Härtling, Sara Monteiro, Umberto Eco e Xosé Ballesteros.



Índice

Introdução    9

1.     Literatura Infantil e Juvenil: Conceitos Fundamentais           11

Os lugares da Literatura Infantil e Juvenil nas práticas simbólicas
A Literatura Infantil: natureza, características, leitores e funcionamento semiótico
A Literatura Juvenil: natureza, funcionamento semiótico e destinatários
Síntese

1.     Desejo e Poder na Literatura Infantil      29

2.
A construção cultural da infância, da juventude e do mundo dos adultos
O texto e o seu leitor-modelo: processos de transformação e de adaptação
Dar voz aos que têm sido silenciados
A construção histórica e sociocultural do género
A construção cultural das representações da família
Síntese

3.      Desejo e Utopia na Literatura Infantil e Juvenil           67

Imaginar hoje o amanhã
Utopia, identidades culturais e globalização
Globalização, cultura e sociedade de consumo
Cultura, infância e utopia
Refundando as relações entre a natureza e a cultura
Síntese

Conclusões. Literatura, Ideologia e Formação de Leitores               95

Referências Bibliográficas                   99
Estudos Teóricos
Obras de Literatura Infantil e Juvenil

Índice Onomástico          119

Já disponível como Ebook ou como livro, com possibilidade de consulta das primeiras páginas, em 
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14 dezembro, 2010

Infância, Memória e Imaginário em destaque

Acaba de ser publicado mais um título sobre a Literatura Infantil e Juvenil e o Imaginário. Trata-se da obra Infância, Memória e Imaginário. Ensaios sobre Literatura Infantil e Juvenil, a qual é constituída por 8 ensaios de investigadores de universidades portuguesas e espanholas.
Numa linguagem acessível e adequadamente fundamentada, sob os pontos de vista científico e teórico, abordam-se, nesta obra, os seguintes aspectos:

  • A natureza e alguns dos atributos mais visíveis dos textos da literatura infantil
  • O papel do contador de histórias
  • Os múltiplos percursos de leitura que um álbum narrativo sugere
  • O lugar da alteridade e da interculturalidade num texto de Luísa Ducla Soares (Desejos de Natal)
  • O ritual iniciático no conhecido clássico As Aventuras de Pinóquio
  • As marcas do desejo e da metamorfose em duas obras de José Jorge Letria (Lendas do Mar e Lendas da Terra)
  • A importância de duas obras de Álvaro Magalhães para uma hermenêutica dos símbolos (O último Grimm e A Ilha do Chifre de Ouro)
  • O modo como a ideologia se inscreve e se dá a ler em obras de literatura infantil.






A obra, publicada pelo Centro de Investigação em Formação de Profissionais de Educação da Criança (Universidade do Minho, Portugal), é relevante para professores, educadores e estudantes do Ensino Superior, bem como para todos os que se interessem pela Literatura Infantil e Juvenil.


Pode ser adquirida aqui:
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12 outubro, 2009

Ler Para Entender

Lançamento da obra na 6ª feira, dia 16 de Outubro, pelas 21h30, na Livraria Salta Folhinhas, no Porto.
Estão todos convidados!

12 maio, 2009

Era uma vez uma fada que se chamave Lisete que por não estar habituada a comer em demasia, caiu desmaiada a caminho do lago. Mimo, o velho castor seu amigo, ficou sem a ajuda habitual que Lizete lhe costumava prestar e por isso estava triste e quase a pensar que tinha sido abandonado à sua sorte.
Mas não, Lisete, com a ajuda dos amigos pirilampos, depressa chegou ao lago, atravessando os campos de papoilas, as árvores apaixonadas, a pedra oca e a corrente do rio...
O encontro com Mimo foi um encontro com - sigo mesmo e com o outro em si - o encontro com a alteridade (Bachtin,1992) e com o princípio da "consciência que o Homem tem de si mesmo considerando-se como outro", (Feuerbach,1804-1872), pois Lisete percebeu, naquele momento, a necessidade de nos assumirmos uns aos outros enquanto sujeitos interligados, neste mundo global, aqui representado pela floresta e por todos os eco-sistema que nela residem.
De vez em quando, os obstáculos surgem subrepticiamente, sem darmos conta (o desmaio) mas também, quase simultâneamente, chegam os adjuvantes com a sua luz forte de pirilampos para alumiarem e indicarem o caminho...Lisete não os reconheceu logo como amigos e muito menos como tendo a capacidade de prestar ajuda, naquela situação tão melindrosa em que se encontrava: "afinal tu és apenas um insecto!" disse ela e as palavras ditas estão sempre carregadas de um conteúdo ou de um sentido ideológico ou vivencial. (Baktin, 1992:95)
Contudo, também os insectos e os animais mais insignificantes, como no caso da formiga, no conto de Esopo, podem constituir-se como potenciais amigos, em dificuldades futuras, revelando-se extremamente importantes num quadro de difícil execução.... daí que o insecto lhe tenha retorquido: "- Não te deixes enganar à primeira vista. Os teus olhos e a tua mente podem pregar-te umas partidas."
Lisete, então, aceitou ser ajudada, por manifesta incapacidade de se iluminar a si própria. Estava triste e furiosa e quando isto acontece "Não consegue iluminar o corpo por mais que insista".O valor da amizade, um sentimento de afeição mútua o colocar-se no lugar do outro para compreender as suas atitudes são pois os temas principais desta singela narrativa que tem por personagem central, mais uma vez, uma FADA!

Bibliografia
BAKTIN, Mikail. Marxismo e filosofia da linguagem.6ed. São Paulo: Hucitec, 1992.

19 outubro, 2008

Mês Internacional das Bibliotecas Escolares

De acordo com os princípios estabelecidos pela IASL, relativamente ao "Mês Internacional da Biblioteca Escolar - "...O Mês Internacional da Biblioteca Escolar permitirá aos responsáveis pelas bibliotecas escolares, em todo o mundo, escolher um dia, em Outubro, que melhor se adeque à sua situação de forma a celebrar a importância das bibliotecas escolares... " - o Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares decidiu declarar o dia 27 de Outubro como o DIA da BIBLIOTECA ESCOLAR, permitindo às escolas a preparação atempada de actividades específicas a realizar neste dia, independentemente de todas as acções que possam levar a efeito noutros dias do mês.