Ocorreu um erro neste dispositivo

Translate

Follow by Email

07 janeiro, 2007

O mal amado

Mota, A. (2002). O Galo da Velha Luciana. Vila Nova de Gaia: Gailivro. (Ilustrações de Elsa Navarro).
ISBN 972-8723-65-2

O Galo da Velha Luciana é uma obra da autoria do escritor António Mota que, desde 1979, tem vindo a publicar regularmente para crianças e jovens. Tem cerca de quatro dezenas de títulos publicados. Recebeu em 1983 um prémio da Associação Portuguesa de Escritores por O Rapaz de Louredo, em 1990 o Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para crianças por Pedro Alecrim e em 1996, o Prémio António Botto por A Casa das Bengalas. Desde 1980, tem sido solicitado a visitar escolas do Ensino Básico e Secundário, assim como bibliotecas públicas, em diferentes pontos do país e do estrangeiro, fomentando, deste modo, o gosto pela leitura entre crianças e jovens. Colaborou com vários jornais e participou em diversas acções organizadas por Bibliotecas e Escolas Superiores de Educação. Os seus livros estão antologiados em volumes de ensino do Português e tem obras traduzidas em Espanha e Alemanha.
O presente livro com apelativas ilustrações de Elsa Navarro, diverte e ensina, indo, assim, ao encontro dos gostos literários dos leitores mais novos. Nesta pequena obra são contadas as peripécias vividas por um galo, um “bicho” que a velha Luciana muito estimava. Apesar deste ser ignorado por todos, tentou salvar a velha Luciana das chamas. Será que o conseguiu?
Esta é uma história marcada por uma coloração maravilhosa, muito ao sabor de uma certa escrita dedicada a um público infantil, faceta para a qual contribuem, também, as divertidas ilustrações de Elsa Navarro. Como não podia deixar de ser, esta obra tem um final positivo, muito do agrado, aliás, dos pequenos leitores.
De referir também que, na nossa opinião, o pequeno livro de António Mota deixa escapar, ainda que subtilmente, uma valiosa mensagem – devemos sempre fazer os possíveis e os impossíveis para ajudar outras pessoas, mesmo que para isso tenhamos que ultrapassar a indiferença dos outros.
Lúcia Simões e Maria José Cunha

Sem comentários: