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07 janeiro, 2007

O Ressuscitado

Meireles, M. J. (2003). A Lenda do Galo de Barcelos. Porto: Campo das Letras. (Ilustrações de Joana Quental).
ISBN 972-610-719-9
A Lenda do Galo de Barcelos é uma obra da autoria de Maria José Meireles, escritora portuguesa, licenciada em História e professora efectiva na escola EB 2,3 João de Meira em Guimarães, onde exerce intensa actividade pedagógica. Para além disso, Maria José Meireles é co-fundadora da Cooperativa de Ensino Árvore, em Guimarães. Nos últimos anos tem-se dedicado à escrita para crianças e jovens.
Joana Quental, designer, ilustradora e docente, obteve, em 1992, a licenciatura em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas-Artes do Porto, tendo em 2001 concluído o Mestrado em Arte Multimédia. Estagiou no Atelier de João Machado e é desde 1997 Assistente de Design de Comunicação na Universidade de Aveiro. A sua actividade profissional tem-se repartido pelo desenho animado, multimédia, produção de material escolar, genéricos de televisão e ilustração de livros, nomeadamente didácticos e literatura infantil. Em 1997 recebeu a Menção Honrosa no Concurso Nacional de Ilustração Infantil promovido pelo IPLB e IBBY.
A Lenda do Galo de Barcelos reporta-nos para o mundo do imaginário e do maravilhoso, reunindo e materializando o mundo amplo dos desejos: um galo, pronto a ser consumido, mostra-se capaz de cantar! Para além disso, é um livro que retrata uma lenda ligada a um local concreto, no qual a História está bem patente.
Profusamente ilustrado, dá-nos a possibilidade de o explorar em qualquer uma das etapas do 1º ciclo, nomeadamente quando se abordam as lendas. A partir destas, as crianças podem ser convidadas a descobrir e a combinar os factos reais e históricos que aconteceram com os factos irreais que são meramente produto da imaginação aventuresca humana. Neste sentido, os elementos do imaginário ou do maravilhoso sobrepõem-se aos factos reais, em que a lenda é a explicação para um fenómeno histórico e transfigurado pela imaginação popular.
Lúcia Simões e Maria José Cunha

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